| Diário de um feijão |
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segunda-feira, fevereiro 24, 2003
AMOR
Quando o amor acenar, siga-o ainda que por caminhos ásperos e íngremes. E quando suas asas o envolverem, renda-se a ele ainda que a lâmina escondida sob suas asas possa feri-lo. E quando ele falar a você, acredite no que ele diz, ainda que sua voz possa destroçar seus sonhos, assim como o vento norte devasta o jardim. Pois, se o amor o coroa, ele também o crucifica. Se o ajuda a crescer, também o diminui. Se o faz subir às alturas e acaricia seus ramos mais tenros que tremem ao sol, também o faz descer às raízes e abala a sua ligação com a terra. Como os feixes de trigo, ele o mantém íntegro. Debulha-o até deixá-lo nu. Transforma-o, livrando-o de sua palha. Tritura-o, até torná-lo branco. Amassa-o, até deixá-lo macio; e então submete ao fogo para que se transforme em pão no banquete sagrado de Deus. Todas essas coisas pode o amor fazer para que você conheça os segredos do seu coração, e com esse conhecimento se torne um fragmento do coração da Vida. (Kahlil Gibran) Comments: sexta-feira, fevereiro 07, 2003
O meio-retorno
Faz tempo que estou longe do mundo dos blogs. Aos poucos vou voltando. Ou não. Só não pude resistir a uma frase sensacional, do blog da minha amiga Renata Victal "O dia vai acontecer, quer você se levante ou não." John Ciardi, poeta norte-americano Demais! Comments:
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