Diário de um feijão

quarta-feira, abril 23, 2003


A Escolha

Nem tudo a gente escolhe na vida. O nosso nome, os nossos pais, os nossos padrinhos...
Por isso, tudo aquilo que a gente escolhe tem que ser feito com cuidado, afinal somos os responsáveis pelos caminhos que tomamos.
Poizé... só que eu não me dei conta disso no verão de 1992, quando fiz o vestibular.
Acho que é por isso que a minha memória seletiva não me ajuda a lembrar do bendito dia (ou maldito??) que eu escolhi a minha profissão.
Hunf... Xá pra lá... Ainda há tempo para outras (e melhores) escolhas.
Deixo o jornal agora, depois de completar nove horas num plantão de feriado (sem receber a mais por isso!!!). Inda vou no ônibus pensando: fui eu que escolhi, fui eu que escolhi, fui eu que escolhi...
Bah!
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segunda-feira, abril 14, 2003



Ai, que meda! (1)

Momento de brilhar em sua carreira e de conseguir fazer aquilo que se propôs a fazer nesta vida para seu crescimento pessoal e seu serviço aos outros. (aos virginianos, 14/04/2003)

Ai, que meda! (2)

Na borra do café árabe, que a Flavia Arbache leu para mim no sábado, será um ano de vida nova.

Ui...


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sexta-feira, abril 11, 2003


...

"A esperança é um risco que a gente deve correr"

Tony Ramos, ontem, em "Mulheres Apaixonadas"
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quinta-feira, abril 10, 2003


Mesmice

Essa similitude dos dias me preocupa.
E também me dá um soooono.... Ai, Ai
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segunda-feira, abril 07, 2003


No Dia dos Jornalistas, pelo menos as belas palavras do genial Gabriel García Marquéz:
(Valeu, Renatinha!)

"Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e
humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade.
Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode
imaginá-la.
Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo,
a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são.
Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para
isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra
termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não
concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do
que nunca no minuto seguinte."
Gabriel García Márquez
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LET’S PLAY THAT

Essa eu recebi de um amigo...

Quando eu nasci
Um anjo louco, muito louco
Veio ler a minha mão
Não era um anjo barroco
Era um anjo muito louco, torto
Com asas de avião

Eis que esse anjo me disse
Apertando minha mão
Com um sorriso entre dentes
Vai bicho desafinar
O coro dos contentes
Vai bicho desafinar
O coro dos contentes
Let’s play that
(Torquato Neto)
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