| Diário de um feijão |
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sexta-feira, setembro 06, 2002
Este é o mote: vote
Nessas eleições, siga a sugestão de Luis Fernando Veríssimo: Estamos todos no mesmo bote. Vote. Escolha o menos fracote e vote. Já não se votou no Lott? Pois vote. Não anule nem faça trote. Vote. Pelas barbas do Quixote, vote! Não picote o papelote. Vote. Tire os nomes de um pote. Ou do decote. Mas vote. Não passa na glote? Não faz mal. Vote. Você preferia ficar em casa ouvindo o Concerto em Dó Maior de Johann Gottfried Munthel para Orquestra, Baixo Contínuo e Fagote? Tomando um scotch? Esquece. Vote. Vote em sacerdote, Ou em hotentote. Mas vote. Vote me cocote. (Mas não em iscariote.) Mas vote. Não fique aí pensando "to be or not". Vote! E, se no fim faltar rima, não se apague. Sufrague. Comments:
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