| Diário de um feijão |
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quarta-feira, novembro 13, 2002
A pressa das palavras
"Rogou a Deus que lhe concedesse ao menos um instante para que ele não partisse sem saber quanto o amara por cima das dúvidas de ambos e sentiu a premência irresistível de começar a vida com ele outra vez desde o começo para que se dissessem tudo o que tinha ficado sem dizer, e fizessem bem qualquer coisa que tivesse feito mal no passado. Mas teve que render-se à intransigência da morte." Gabriel Garcia Márquez, em O Amor nos Tempos do Cólera. Daí a importância de saber dizer, com urgência, e não deixar de dizer a quem interessar possa o que se tem de bom no coração... Coisa que se aprende com o tempo e mesmo assim deixamos de praticar. Comments:
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